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Publicado em: 24/09/2014

Formação técnica em Citopatologia é capa da revista RET-SUS

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A formação técnica em Citopatologia, apontando o protagonismo do profissional técnico no controle do câncer, a partir da atuação nos laboratórios de citopatologia, é o tema da edição de agosto da revista RET-SUS. Esta é a última com periodicidade mensal, pois as próximas serão bimestrais. A publicação conta a história do Atlas de Citopatologia Ginecológica, uma coletânea realizada pelo Programa de Formação de Profissionais de Níveo Médio para a Saúde (Profaps), dentre outras novidades nesta área. 

A revista traz também um informe sobre o Plano Nacional de Educação (PNE). Após intensas disputas, determinado pela Lei 13.005/2014, o plano foi aprovado sem vetos, no dia 26 de junho. Proposto pelo Executivo ao Congresso em 2010, foi aprovado pela Câmara dos Deputados quase dois anos depois, em outubro de 2012. O PNE traz orientações que nortearão o ensino no Brasil na próxima década, com metas que abrangem desde a educação infantil até o ensino superior, passando pela gestão e pelo financiamento do setor e pela formação de profissionais.

O plano apresenta 10 diretrizes e 20 metas, seguidas das estratégias específicas de concretização. Uma delas é a criação do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Sinaeb), que tem o objetivo de superar o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica, atual modelo de avaliação centrado em testes padronizados de aprendizagem. A formação técnica é contemplada na meta 11 e nesta área os objetivos são: triplicar as matrículas, assegurar a qualidade da oferta e, pelo menos, 50% da expansão no segmento público.

Um relato sobre a formação técnica em saúde bucal, no momento em que o Programa Brasil Sorridente completa 10 anos, também está presente na publicação. Os leitores terão acesso às alternativas que as escolas da Rede encontraram para assegurar a continuidade de ações ao longo desse tempo.

E na entrevista, um bate apapo com o médico de família e comunidade Eno Dias de Castro Filho, que traz para o debate o tema da aplicação clínica da espiritualidade. Segundo Eno Filho, isso significa apoiar os recursos internos que as pessoas já têm, sob os aspectos da fé, bem como os valores transcendentes e a relação com o Sagrado.

Leia a revista.

 

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