Cooperação entre EPSJV/Fiocruz e Instituto Superior de Ciências da Saúde Dr. Vítor Sá Machado avança na construção da formação de Agentes de Saúde Comunitária em São Tomé e Príncipe

Entre os dias 24 e 28 de agosto de 2026, os professores-pesquisadores Helifrancis Condé e Camila Borges, da EPSJV, participaram de uma missão técnica em São Tomé e Príncipe voltada à prospecção, ao planejamento e à validação curricular do Curso de Formação Docente para Agentes de Saúde Comunitária (ASC). A iniciativa é fruto de um diálogo iniciado no primeiro semestre de 2025 entre a Fiocruz, a representação da Organização Mundial da Saúde (OMS) em São Tomé e Príncipe e o Ministério da Saúde do país.

O objetivo é desenvolver, institucionalizar e implementar um currículo nacional para a formação de formadores e de ASC, considerando as necessidades e especificidades do contexto local. A proposta busca contribuir para a implementação da Estratégia Nacional de Saúde Comunitária de São Tomé e Príncipe, fortalecendo a integração formal e de maneira sustentável, da formação dos trabalhadores ao sistema nacional de saúde. O Instituto Superior de Ciências da Saúde Dr. Vítor Sá Machado, membro da RETS-CPLP, será responsável pela implementação do curso e certificação acadêmica.
Durante a missão, foram realizadas atividades de prospecção da realidade local, diálogo com instituições parceiras e alinhamento das propostas formativas, etapas consideradas fundamentais para a construção de um currículo adequado às necessidades do país.
Para Helifrancis, a missão representa um momento estratégico para o desenvolvimento da cooperação. “Essa atividade constitui um momento decisivo para o alinhamento das ações propostas às necessidades locais, para o fortalecimento das relações institucionais com os parceiros envolvidos e para a implementação bem-sucedida da Estratégia Nacional de Saúde Comunitária de São Tomé e Príncipe”, destacou.
“O programa curricular que apresentamos na missão técnica foi elaborado por profissionais da EPSJV muito comprometidos com os desafios do sistema de saúde de São Tomé e Príncipe. Por isso, a missão foi um momento importante também para a qualificação de nossa equipe docente”, acrescentou Camila.




