• 21/05/2018 - Diante das mudanças climáticas, dos processos de globalização, dos fluxos migratórios internacionais, dos processos de urbanização, do aparecimento e propagação de sucessivas doenças emergentes e reemergentes em nível global, os estados e organismos internacionais enfrentam situações de saúde complexas, que exigem capacidade de resposta institucional, tecnológica, gerencial, formativa e de mobilização social cada vez maior. Em 2015, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou Emergência em Saúde Pública de Importância Internacional, em decorrência da dispersão do vírus Zika e de suas consequências com a transmissão autóctone em 24 países nas Américas. Esta epidemia tem potencial para se transformar em tragédia nos países em que as condições socioambientais e sanitárias são favoráveis à disseminação da doença e em regiões onde predominam situações de extrema desigualdade social e condições de vida precárias. Para ampliar a discussão sobre esse tema, a Rede Internacional de Educação Técnicos de Saúde (RETS), juntamente com a Rede de Institutos Nacionais de Saúde da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (RINSP) está promovendo mais um de seus Seminários Virtuais. O evento ocorrerá no dia 30 de maio de 2018, às 9h30 (hora de Brasilia), no Salão Internacional da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp/Fiocruz), com transmissão ao vivo pelo Facebook da RETS (www.facebook.com/page.rets).
  • 21/05/2018 - Começa hoje a 71a Assembleia Mundial da Saúde. O evento, que acontece em Genebra, na Suíça, até sexta (26), é considerado a instância máxima de decisão da Organização Mundial da Saúde (OMS). É de lá que saem as diretrizes sanitárias que devem ser seguidas em todo o planeta a partir de votações que envolvem os 194 países-membros do organismo. Como parte integrante do sistema das Nações Unidas, durante muito tempo dos seus recém-completos 70 anos de existência, a organização exerceu o protagonismo absoluto no desenho das prioridades da saúde global. Há algumas décadas, contudo, não é mais assim. “A OMS não é o ator mais poderoso da governança global da saúde. Se formos falar do peso financeiro, há vários atores que são mais importantes do que a OMS. E dependendo da área, dependendo da doença, dependendo da questão, existem outros atores que são muito importantes”, situa João Nunes, professor de Relações Internacionais do Departamento de Política da Universidade de York, na Inglaterra.
  • 21/05/2018 - Quase um bilhão de pessoas serão vacinadas contra a febre amarela em 27 países africanos de alto risco até 2026 com o apoio da Organização Mundial da Saúde (OMS), Gavi – the Vaccine Alliance, UNICEF e mais de 50 parceiros na área de saúde.  O compromisso faz parte da estratégia Eliminate Yellow fever Epidemics (EYE) na África, que foi lançada, na terça-feira, dia 10 de abril, por edros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS; pelo professor Isaac Folorunso Adewole; pelo Ministro da Saúde da Nigéria; e parceiros em uma reunião regional em Abuja, Nigéria.  
  • 18/05/2018 - A criação da União das Nações Sul-Americanas se baseou na aspiração de uma maior integração regional, que, por sua vez, resultasse no melhor bem-estar possível para as cidadãs e os cidadãos do Sul, em harmonia com a natureza, em um ambiente de paz, equidade, inclusão e justiça. Nas últimas semanas, se especulou muito sobre o papel da Unasul e dos resultados práticos da integração regional. Para alimentar o debate, o Isags preparou um dossiê inédito sobre a integração sob um ponto de vista da Saúde.  
  • 16/05/2018 - Os Estados-membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) aprovaram o Plano Estratégico de Cooperação em Saúde para o período compreendido entre os anos de 2018 e 2021. O documento “PECS-CPLP 2018-2021 – Eixos Estratégicos, Áreas e Projetos” foi aprovado pelo Grupo Técnico em Saúde (GTS-CPLP), após acomodação de propostas nacionais pelas entidades assessoras Fiocruz, do Brasil, e  Instituto de Higiene e Medicina Tropical (IHMT), de Portugal, com o apoio do Secretariado Executivo da CPLP. 

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