• 30/10/2017 - No dia 26 de setembro, durante a 29.a Conferência Sanitária Pan-Americana, realizada na sede da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas/OMS), Washington D.C. (EUA), ministros dos países das Américas adotaram uma nova política sobre etnicidade e saúde, na qual se comprometem a eliminar os obstáculos que as populações indígenas, afrodescendentes e povos ciganos enfrentam nessa área. A mortalidade materna e infantil nas populações indígena e afrodescendente das Américas é habitualmente mais elevada. Em alguns países, as taxas de infecção por HIV são nove vezes maiores entre a população afrodescendente em comparação à população branca e os índices de desnutrição infantil entre indígenas são superiores aos da população em geral. Essas populações também tendem a apresentar números elevados de violência contra mulheres e suicídio, segundo indica a nova política.
  • 30/10/2017 - Em todo o mundo, 25 milhões de abortos não seguros (45% de todos os abortos) ocorreram anualmente entre 2010 e 2014, segundo novo estudo da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Instituto Guttmacher, publicado nesta quarta-feira (27) na revista The Lancet. A maioria dos abortos não seguros, ou 97%, ocorreu em países em desenvolvimento na África, Ásia e América Latina. "Mais esforços são necessários, especialmente nas regiões em desenvolvimento, para garantir o acesso à contracepção e ao aborto seguro", diz Bela Ganatra, principal autora do estudo e cientista do Departamento de Saúde Reprodutiva e Pesquisa da OMS. "Quando as mulheres e as meninas não podem ter acesso a métodos anticoncepcionais eficazes e seguros, há sérias consequências para sua própria saúde e para suas famílias. Isso não deveria acontecer. Mas, apesar dos recentes avanços em tecnologia e evidências, muitos abortos não seguros ainda ocorrem e várias mulheres continuam a sofrer e morrer", afirma a cientista.
  • 02/10/2017 - Do encontro entre saúde e relações internacionais se originam os conceitos e práticas contemporâneos da saúde global e  da diplomacia da saúde. Mas tal encontro só se estabeleceu em função do processo de globalização. Este livro procura explicar a saúde no cenário global; o que a molda social e economicamente; como o global dialoga com o regional e o local; como a governança global exerce impacto sobre a saúde; como transcorre a governança da saúde global; e que papel desempenha a diplomacia aplicada em prol de uma situação de saúde mais equitativa. 
  • 29/09/2017 - Descrever as características da educação profissional quanto aos trabalhadores técnicos em saúde de nível superior universitário e não universitário, por meio dos marcos regulatórios da prática profissional nos países da América Central e Caribe. Este é o objetivo do mapeamento organizado pela Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) sobre o marco regulatório da formação dos trabalhadores técnicos em saúde em sete países da América Central – Belize, El Salvador, Guatemala, Honduras, Nicarágua, República Dominicana e Costa Rica. O trabalho tem o apoio da Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV/Fiocruz), sede da Secretaria Executiva da Rede Internacional de Educação de Técnicos em Saúde (RETS).
  • 29/09/2017 - O periódico científico The Lancet publicou ontem um estudo que afirma que, todos os anos, 55,7 milhões de mulheres fazem aborto em todo o mundo; 25,1 milhões se submetem a procedimentos inseguros para interromper a gravidez e, dessas, nada menos do que 97% moram em países que restringem ou proíbem a prática. Diante desses números, gostaria que o senhor fizesse um balanço do antes e depois da implantação da lei de descriminalização do aborto no Uruguai, que completa cinco anos em 17 de outubro.
  • 20/09/2017 - O Núcleo de Estudos sobre Bioética e Diplomacia em Saúde (Nethis/Fiocruz) e a Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab) estão com inscrições abertas para as sessões do VIII Ciclo de Debates sobre Bioética, Diplomacia e Saúde Pública e para o Curso Livre a distância Desenvolvimento, Desigualdade e Cooperação Internacional. 
  • 23/08/2017 - A Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV/Fiocruz), em parceria com a Universidade da República do Uruguai (Udelar), concluiu, em julho deste ano, a formação de 28 alunos do Curso de Especialização em Docência em Educação Profissional em Saúde, realizada em Paysandú, no Uruguai. No encerramento do curso, foi realizada uma oficina de avaliação e uma palestra com a professora da Universidade Nacional da Colômbia, Nancy Molina, além da apresentação dos trabalhos de conclusão de curso (TCC).
  • 23/06/2017 - Durante a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), realizada no Rio de Janeiro, em junho de 2012, teve início um complexo processo de negociações, que se estendeu até agosto de 2015, por ocasião da Cúpula das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável. Nesse período, foram definidos os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), os quais sucedem e atualizam os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) e passam a orientar as políticas nacionais e as atividades de cooperação internacional até 2030.  Para a Saúde e o Bem-Estar (ODS 3) os países estabeleceram a necessidade de garantir vida saudável e bem-estar a todos em todas as idades. O que tem sido feito desde então? Os países estão realmente trabalhando para a concretização das metas previstas? Onde buscar informações sobre a implantação dos ODS no mundo? Que resultados já foram obtidos com relação à saúde e o bem-estar das populações?
  • 07/06/2017 - O Instituto de Governo em Saúde da Unasul (ISAGS-Unasul) promove a segunda edição de ciclo de debates sobre a integração em saúde na região sul-americana. O evento será realizado na sede do Isags, na terça-feira, dia 13 de junho, com a participação do especialista do Instituto, Eduardo Hage, e dos pesquisadores Deisy Ventura e Fernando Aith. A participação é gratuita.
  • 23/05/2017 - De 8 a 10 de maio, a Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz) recebeu representantes de escolas e instituições de Saúde Pública da América Latina para a realização do I Colóquio Latino-Americano de formação em Saúde Pública e III Colóquio Brasil-Cuba de formação em Saúde Pública, que teve como principal objetivo possibilitar o intercâmbio de experiências exitosas de formação em saúde pública, estreitando o diálogo e o crescimento conjunto de instituições-chave do Brasil e de Cuba, que enfrentam cotidianamente o desafio de qualificar recursos humanos para seus sistemas de saúde. Ao longo de três dias, muitas experiências e desafios foram debatidos entre os especialistas presentes. Para encerrar as discussões, o Colóquio teve como conferencista uma grande pensadora da saúde na América Latina, com reconhecida trajetória acadêmica e na gestão pública, a sueca naturalizada mexicana Asa Cristina Laurell.

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