• 31/10/2017 - A semana de conscientização mundial sobre o uso de antibióticos 2017, que será comemorada de 13 a 19 de novembro, tem como lema "buscar o conselho de um profissional de saúde antes de tomar antibióticos". Você só deve tomar antibióticos se eles foram prescritos por um profissional de saúde. Através do uso responsável de antibióticos, você e sua família não só obterão o melhor tratamento, mas também ajudarão a reduzir a ameaça de resistência antimicrobiana.
  • 30/10/2017 - No dia 26 de setembro, durante a 29.a Conferência Sanitária Pan-Americana, realizada na sede da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas/OMS), Washington D.C. (EUA), ministros dos países das Américas adotaram uma nova política sobre etnicidade e saúde, na qual se comprometem a eliminar os obstáculos que as populações indígenas, afrodescendentes e povos ciganos enfrentam nessa área. A mortalidade materna e infantil nas populações indígena e afrodescendente das Américas é habitualmente mais elevada. Em alguns países, as taxas de infecção por HIV são nove vezes maiores entre a população afrodescendente em comparação à população branca e os índices de desnutrição infantil entre indígenas são superiores aos da população em geral. Essas populações também tendem a apresentar números elevados de violência contra mulheres e suicídio, segundo indica a nova política.
  • 30/10/2017 - Em todo o mundo, 25 milhões de abortos não seguros (45% de todos os abortos) ocorreram anualmente entre 2010 e 2014, segundo novo estudo da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Instituto Guttmacher, publicado nesta quarta-feira (27) na revista The Lancet. A maioria dos abortos não seguros, ou 97%, ocorreu em países em desenvolvimento na África, Ásia e América Latina. "Mais esforços são necessários, especialmente nas regiões em desenvolvimento, para garantir o acesso à contracepção e ao aborto seguro", diz Bela Ganatra, principal autora do estudo e cientista do Departamento de Saúde Reprodutiva e Pesquisa da OMS. "Quando as mulheres e as meninas não podem ter acesso a métodos anticoncepcionais eficazes e seguros, há sérias consequências para sua própria saúde e para suas famílias. Isso não deveria acontecer. Mas, apesar dos recentes avanços em tecnologia e evidências, muitos abortos não seguros ainda ocorrem e várias mulheres continuam a sofrer e morrer", afirma a cientista.
  • 02/10/2017 - Do encontro entre saúde e relações internacionais se originam os conceitos e práticas contemporâneos da saúde global e  da diplomacia da saúde. Mas tal encontro só se estabeleceu em função do processo de globalização. Este livro procura explicar a saúde no cenário global; o que a molda social e economicamente; como o global dialoga com o regional e o local; como a governança global exerce impacto sobre a saúde; como transcorre a governança da saúde global; e que papel desempenha a diplomacia aplicada em prol de uma situação de saúde mais equitativa. 
  • 29/09/2017 - O periódico científico The Lancet publicou ontem um estudo que afirma que, todos os anos, 55,7 milhões de mulheres fazem aborto em todo o mundo; 25,1 milhões se submetem a procedimentos inseguros para interromper a gravidez e, dessas, nada menos do que 97% moram em países que restringem ou proíbem a prática. Diante desses números, gostaria que o senhor fizesse um balanço do antes e depois da implantação da lei de descriminalização do aborto no Uruguai, que completa cinco anos em 17 de outubro.

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