• 23/10/2014 - As medidas adotadas pela Conferência da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco buscam reduzir a venda do tabaco e impedir a propagação dos cigarros eletrônicos para diminuir em 30% o consumo até 2025. Na sexta sessão da Conferência das Partes da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco, a Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou que o aumento dos impostos sobre produtos do tabaco e implementação da maior regulamentação para controlar a promoção dos cigarros eletrônicos no mundo foram algumas das importantes decisões tomadas durante o evento em meio aos amplos esforços para reduzir o consumo global do tabaco e salvar milhões de vidas.
  • 15/10/2014 - A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou na última terça-feira que a epidemia de ebola pode evoluir para um número de dez mil novos casos por semana, dentro de dois meses. De acordo com o diretor-geral assistente da entidade, Bruce Aylward, a taxa de mortalidade da doença aumentou para 70% — a estimativa anterior era de 50%. A preocupação com os dados alarmantes fez o tema chegar à lista de discussão HIFA-pt.
  • 09/10/2014 - O ISAGS entrevistou com exclusividade o novo secretário geral da UNASUL, Ernesto Samper. Samper destacou que a saúde como um direito não é um simples postulado filosófico, mas algo que precisa ser concretizado em ações. 
  • 08/10/2014 - Apesar de notáveis ​​ganhos na saúde, as desigualdades persistem entre e dentro dos países da Região Europeia da OMS, e a Suécia não é excepção. Ações para combater com eficácia as iniquidades em saúde precisam ser realizadas em todos os níveis de governo. As regiões têm um papel fundamental a desempenhar, porque elas estão perto de suas populações e têm o poder e habilidades para desenvolver políticas de saúde pública eficientes que podem ajudar a reduzir as disparidades, alterando a distribuição dos determinantes sociais da saúde. 
  • 08/10/2014 - As metas da cobertura universal de saúde são para garantir que todos possam ter acesso aos serviços de saúde de qualidade, para proteger todas as pessoas dos riscos para a saúde pública e do empobrecimento devido à doença, quer se trate de pagamentos fora do bolso para cuidados de saúde ou perda de rendimento quando um membro da família adoece. Países tão diversos como Brasil, França, Japão, Tailândia e Turquia mostraram como a coberta universal pode servir como mecanismo vital para melhorar a saúde e o bem-estar dos seus cidadãos, e estabelecer as bases para o crescimento econômico e a competitividade fundamentada nos princípios da equidade e da sustentabilidade. Garantir o acesso universal aos serviços de saúde de qualidade a preços acessíveis será uma importante contribuição para a erradicação da extrema pobreza até 2030 e aumentar a prosperidade comum em países de baixa renda e nos países de renda média, onde a maioria dos pobres do mundo vivem.

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